Confira os bastidores da queda de Mano Menezes

Reuniões secretas, pressões externas e pouca identificação com a torcida fazem patrocinadores agirem

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sexta-feira, 1 de março de 2013

Clubes do Rio viram vitrine


Impulsionados pela exposição dada pelos grandes do futebol carioca, os clubes de menor expressão do Rio de Janeiro aproveitam os primeiros meses da temporada para faturar e divulgam marcas para diferentes públicos-alvo em suas camisas. Os acordos de patrocínio fazem das camisas de Quissamã, Nova Iguaçu, Bangu e cia. vitrines mais acessíveis financeiramente. De olho na repercussão, empresas expõem produtos que vão de creme para assaduras a material de construção, passando por cosméticos. Até homenagem a dirigente morto cabe nos uniformes.

O interesse das empresas em estampar marcas nas camisas dos pequenos é visto como fundamental para a sobrevivência durante a disputa do Estadual. Neste cenário, toda ajuda é benvinda, com direito a publicidades curiosas. A opção de ter um patrocinador master, porém, foi descartada pelo Boavista. O clube decidiu usar a parte mais nobre de sua camisa para homenagear um dirigente no Carioca-2013.

O uniforme tem a inscrição "Zé Luca" estampada na parte da frente e de trás. O empresário Zé Luca Magalhães Lins, morto em novembro de 2012 por causa de um tumor no cérebro, era dono do clube de Saquarema e é lembrado por iniciativa de seu irmão. O Boavista fará a homenagem póstuma até o final do campeonato, mas não descarta divulgar parceiros na camisa a partir do segundo turno.


“Tínhamos a BMG até o final do ano passado, mas o contrato não foi renovado. O falecimento do Zé Luca em novembro determinou essa homenagem, feita pelo irmão dele”, explicou João Silva, diretor técnico do Boavista. A homenagem, no entanto, pode ser deixada de lado em caso de uma boa proposta.

“Não atrapalha empresas interessadas, que têm outros espaços para divulgar a marca na camisa. As empresas interessadas podem chegar e nos fazer propostas, porque somos flexíveis em relação a essa homenagem. Poderíamos mudar em caso de uma boa proposta. Temos essa opção”, completou o dirigente do Boavista.

Outros clubes já se abriram para as empresas. O Quissamã tem parceira com a Zioxy, que produz um creme para prevenção de assaduras à base de óleo de jaca. Diones Silva, presidente do time do Norte Fluminense, exalta o acordo e diz que há espaço para que qualquer produto seja exposto no meio do futebol.

“Tenho certeza que há retorno para a empresa, porque o esporte desperta interesse em vários públicos. Com a marca no nosso uniforme, eles acabam atingindo o público de uma forma diferente”, lembra o cartola do Quissamã, clube que carrega outras três marcas na camisa e paga a sua folha salarial com a verba proveniente dos patrocinadores.

Outras empresas aproveitam os uniformes dos clubes pequenos do Rio de Janeiro para “vender” seus produtos. O Nova Iguaçu tem o apoio de empresa de cosméticos Niely, que está estampada na parte mais nobre de sua camisa laranja. O Bangu faz propaganda de loja de material de construção. Todas as marcas dividem espaço com outras. Portanto, os empresários ainda têm tempo para garantir uma publicidade nos campos cariocas – basta apenas uma boa oferta.


Matéria escrita por Luiz Gabriel Ribeiro para o UOL.


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Coca-Cola inicia campanha para a Copa do Mundo com manifesto

“A Copa de Todo Mundo” é baseada em legados que a marca quer deixar para o país após o evento. Inclusão e participação são principais conceitos explorados.

A Coca-Cola lança o manifesto “Copa de Todo Mundo” e dá início às ações de comunicação voltadas para a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014. Essa é a maior campanha da marca no país em 70 anos em termos de investimento e expectativa de número de pessoas atingidas. Os temas inclusão e participação são os conceitos de todas as ações desenvolvidas até o fim do evento e de projetos específicos que tem como objetivo deixar três legados para o país: capacitação de jovens de comunidades para atuar na Copa e no mercado de trabalho em geral, reciclagem por meio de cooperativas e catadores de programas como “Reciclou, Ganhou da Coca-Cola” e incentivo à prática de exercícios físicos em comunidades do país com torneios de futebol.

A estimativa é que R$ 2 bilhões sejam investidos pela Coca-Cola na produção, logística e divulgação da marca no Brasil até 2014 e que 50% do valor direcionado para Marketing seja usado exclusivamente para a Copa do Mundo. A comunicação voltada para o tema começa oficialmente a partir deste sábado, 23, com a exibição de um filme nos principais canais abertos de televisão.
 

As peças publicitárias desenvolvidas para o mercado nacional devem ganhar versões regionais nos próximos meses e as redes sociais vão aumentar as inserções de imagens, frases e pequenos vídeos sobre o evento. A identidade visual de toda a campanha é assinada pelo grafiteiro Speto por meio de uma arte que destaca os valores da companhia e do manifesto, como felicidade, união e celebração. Os produtos com a imagem da “garrafa de todo mundo” já estão sendo distribuídos nos principais pontos de venda. As ações para a Copa são criação da agência Wieden + Kennedy e a JWT é a responsável pelo planejamento de mídia online.

Por Ana Paula Hinz | 20/02/2013

http://www.mundodomarketing.com.br/

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Acusação contra Pistorius coloca patrocinadores em saia-justa



Eu sou a bala na agulha", dizia o anúncio publicitário da Nike estrelado pelo campeão paraolímpico Oscar Pistorius. Mas, após o atleta sul-africano ser indiciado pela morte a tiros de sua namorada, a modelo Reeva Steenkamp, seus patrocinadores estão em modo de "gerenciamento de crise".
A Nike rapidamente tirou o anúncio de circulação, e os contratempos da publicidade endossada por celebridades voltaram a chamar atenção.
Estima-se que Pistorius, que negou "com veemência" as acusações de homicídio, tenha ganho milhões de dólares de patrocínio de marcas como Nike, BT, Thierry Mugler, Oakley e Ossur, a empresa islandesa que fabrica as protéses de fibra de carbono que ele usa em suas corridas.
No mundo brutal do patrocínio esportivo, o "Blade Runner", como Pistorius é apelidado, pode perder tudo - mesmo presumindo-se sua inocência no episódio de 14 de fevereiro.
Questionado pela BBC se a Nike pensava em pôr fim ao acordo de patrocínio de Pistorius, um porta-voz da marca disse apenas que a empresa "está monitorando a situação de perto. É um assunto policial".


Outra patrocinadora do atleta, a emissora a cabo sul-africana M-Net Movies, tirou do ar uma campanha que Pistorius estrelava. A justificativa veio pelo Twitter: "Por respeito e luto, a M-Net vai suspender a campanha com Oscar Pistorius imediatamente".


Distância

"Mesmo que Pistorius seja inocentado, ele fica arranhado. As marcas precisam agir rápido e se distanciar dele, não podem se dar ao luxo de esperar até a conclusão do caso", opina à BBC John Taylor, diretor de uma empresa de patrocínio esportivo.
"Não é (como se fossem) ratos desertando o navio que naufraga; é simplesmente a coisa sensata a fazer."
Nigel Currie, diretor da agência de marketing esportivo Brand Rapport, concorda: "Isto é diferente dos casos de Tiger Woods (envolvido em um escândalo conjugal) e Lance Armstrong (acusado de doping). Isto é um caso de vida e morte. Não tem como voltar atrás".
Mas até o momento nenhum patrocinador rompeu formalmente seus laços com o atleta olímpico e paraolímpico, e a maioria das marcas mantém silêncio.
A empresa britânica de telecom BT, autora de uma premiada campanha publicitária com Pistorius, declarou apenas que "nossos pensamentos estão com os afetados por esta tragédia. Diante de procedimentos legais ainda em curso, seria inapropriado fazer mais comentários".
A marca de roupas Thierry Mugler, que em 2011 escolheu Pistorius para estrelar anúncios de seu perfume, não quis comentar. E a marca Ossur disse ser "prematuro" tomar qualquer decisão quanto a seus laços com o atleta.
Até o agente sul-africano de Pistorius falou pouco. Na sexta, Peet van Zyl declarou à BBC que "Oscar é meu cliente há seis anos. Mas não estou em posição de fazer comentários no momento, diante da sensibilidade da situação".

Indústria bilionária

A indústria global de patrocínios movimenta estimados US$ 50 bilhões por ano, estima a consultoria IEG, segundo a qual mais de 80% desse montante é gasto em esportes.
A Nike, que tem receitas anuais superiores a US$ 24 bilhões, gasta milhões em patrocínios esportivos. Seu recente acordo com o golfista norte-irlandês Rory McIlroy, por exemplo, custará à empresa entre US$ 100 milhões e US$ 125 milhões nos próximos cinco anos, segundo estimativas.
Quando Tiger Woods, então destacado embaixador da marca, levou fama de mulherengo em 2009, a Nike manteve-se ao seu lado, ainda que muitas outras marcas tenham se afastado do golfista americano.
"Toda a estratégia de golfe da Nike estava construída ao redor dele", opina Alan Ferguson, gerente da consultoria The Sport Business. "Eles (a marca) gastaram milhões de dólares e simplesmente não podiam se dar ao luxo (de desligar-se de Woods)."
A Nike costuma escolher estrelas esportivas que personificam e reforçam sua marca como símbolo de energia. As conquistas esportivas de Pistorius fizeram dele uma escolha óbvia para representar a marca. "Meu corpo é minha arma. É assim que eu luto", diz um anúncio da marca com ele e outros atletas sul-africanos.
Mas, diante do episódio envolvendo sua namorada, Ferguson adverte: "Acho que muitas marcas vão começar a reavaliar seus patrocínios a celebridades. No mínimo farão uma checagem mais minuciosa (da vida) de suas estrelas esportivas".

Matthew Wall

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Os bastidores da troca de Mano Menezes por Felipão

No mundo corporativo, o consumidor sempre tem a razão, mas vamos fazer uma pergunta. Quem é cliente da Seleção Brasileira? A torcida ou os patrocinadores? A forma como aconteceu a queda do treinador Mano Menezes responde a esta pergunta com até certa facilidade.

Pesquisas indicavam que grande parte da torcida não aprovava o treinador e a campanha para sua saída se intensificou com a derrota na final dos Jogos Olímpicos de Londres, por 2 x 1 frente  ao México. Mas a direção da CBF bancou o técnico e o manteve para amistosos de pouca expressão e o Superclássico das Américas, jogo tapa buraco inventado pelas federações e TV.

Mas o problema se agravou em Londres, mesmo na busca de uma conquista inédita (a medalha de ouro no futebol) e o carisma de Neymar, a torcida não se empolgava e existia muita gente que declarava nas redes sociais que queria ver o Brasil perder por causa do treinador. A derrota e a reação do publico acendeu o alerta vermelho dos
patrocinadores da CBF e o primeiro passo foi dado.

Segundo uma pessoa ligada à direção da CBF, os patrocinadores pediram uma reunião com o presidente da entidade, José Maria Marin. Lá, eles ouviram que Mano teria a chance de conquistar a torcida com os jogos que viriam, principalmente com o título contra a Argentina (que era considerado certo por todos envolvidos). Mas o que veio depois fugiu ao script sonhado. Jogos contra adversarios de qualidade questionavel e goleadas sobre as fracas China e Iraque não animaram a torcida. O primeiro jogo do Superclássico não foi um show contra nosso maior rival (vitória de 2 a 1 em Goiânia), e a segunda partida foi adiada por causa de um apagão no estádio com as equipes em campo.

Então, veio a promoção para o milésimo jogo do Brasil. O estádio escolhido era o mesmo que Mano havia estreado no comando e o adversário, a Colômbia (que está em boa fase, mas ainda é vista como freguês pela torcida). Apesar de toda a promoção ao redor do jogo, o publico continuou sem se empolgar e Neymar ainda protagonizou um lance para entrar como um dos piores momentos dos 1.000 jogos ao perder um pênalti de forma ridícula e deixar o jogo empatado em 1 a 1.


Uma nova reunião entre representantes dos patrocinadores e a CBF foi marcada e a cabeça de Mano Menezes novamente pedida. A decisão ficou para a partida contra a Argentina na Bombonera, estádio do Boca Juniors. Em uma convocação onde só jogadores que atuam no Brasil podiam ser chamados, o treinador seguiu a cartilha, convocou todos que estavam em destaque nas pesquisas, montou o time como o público queria, mas o resultado foi uma derrota seguida de título nos pênaltis, a reação foi imediata: nas redes sociais, grande parte da torcida queria a eterna rival Argentina campeã - era o fim.

Marcado às pressas, um encontro com patrocinadores e CBF definiu o fim da carreira de Mano como treinador da Seleção, faltava definir seu substituto e aí descobrimos a força dos parceiros da entidade máxima do futebol. Segundo algumas pessoas presentes na reunião, o nome de Tite foi apresentado como sucessor natural de Mano por um já descontrolado Andrés Sanchez (Diretor de Seleções da CBF), que era contra a demissão de Mano, mas os patrocinadores queriam carisma para "trazer o público junto" (frase dita por um dos representantes). Muricy Ramalho foi lembrado, mas rechaçado pelos patrocinadores por seu estilo durão, eles queriam Felipão (que já havia sido questionado sobre a possibilidade de assumir o cargo após o fracasso em Londres).

Para acalmar os ânimos, o nome do treinador só seria anunciado após a decisão do Mundial de Clubes, que será disputado pelo Corinthians de Tite. Outra decisão tomada seria a de não se manifestar sobre o assunto naquele dia, a imprensa seria comunicada e as enquetes para substituir o treinador iriam povoar os noticiários resgatando um pouco do apelo junto aos torcedores.

Porém, um transtornado Sanchez saiu da reunião e em uma coletiva improvisada falou muito mais do que devia.

O resultado foi que com isso a CBF se viu obrigada a anunciar o acordo com Felipão antes do que pretendia e ainda efetivar Parreira como novo Coordenador Técnico. Dois nomes de peso, que agradam a torcida e podem mudar o panorama que os patrocinadores tanto temem.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Reebok lança campanha de despedida no Internacional

A Reebok irá lançar em janeiro uma campanha focada nos cinco anos em que vestiu o Internacional. O objetivo é reforçar o vínculo com os torcedores e lembrar que foi a fornecedora de material esportivo nas duas conquistas da Libertadores e do Mundial de Clubes. A partir de fevereiro a Nike vestirá o Colorado.







sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Santos e Meltex fecham acordo para o Mundial

Entre os patrocinadores do Santos no Mundial de Clubes da Fifa, atualmente sendo realizado no Japão, há uma empresa que não ocupava o uniforme alvinegro no Brasil. Ao lado de Seara, Netshoes e CSU, que não terão marcas estampadas durante as partidas oficiais, e BMG, está o logotipo da Meltex, empresa voltada para licenciamentos.

Trata-se de um patrocínio pontual ao período em que o clube estiver na Ásia, isto é, até o fim deste ano. Não existem planos no momento para estender o aporte ao Santos para a próxima temporada, tampouco investir nessa modalidade de negócio em outros times brasileiros. O Japão é tido como uma "oportunidade imperdível".

"É um momento de ápice, um momento único, que não poderia ser desperdiçado", resume Samir Osman, diretor da Meltex. Um dos fatores que atraiu a empresa à camisa santista foi a atuação que ela possui na Ásia, onde está presente desde 1996, no princípio da história da companhia. "Temos uma cadeia muito ativa por lá", diz.

O patrocínio ocasional sucede outro, feito em novembro deste ano, quando o Santos disputou a Copa Libertadores de futebol feminino. As meninas da equipe alvinegra jogaram a competição com a marca da Meltex na camisa. No Japão, a empresa ocupa uniformes de treino, jaleco de viagem e backdrops - fundo usado em entrevistas.

Em ambos os investimentos, segundo Osman, não há nenhuma relação com a futura rede de franquias do clube. O Santos está estudando a criação de lojas sob esse formato, algo já praticado por Corinthians, São Paulo e Vasco, e precisará de uma parceira para a operação. A Meltex, ao lado da SPR Franquias, atua nesse mercado.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Neymar e Santos continuam com projeto de valorização da marca

Quando Neymar disse que ficaria no Santos até o final da Copa do Mundo de 2014, tanto o clube como o staff que cuida da carreira do craque viram um filão financeiro enorme a ser explorado.

Pensando em 2012 o Peixe deu um grande passo com a troca de fornecedor de material esportivo, sai a Umbro (que ainda veste o time no Mundial de Clubes) e entra a americana Nike.

"O mercado ficou muito caro, porque inflacionou por causa da Copa do Mundo. Nós chegamos ao limite do orçamento, mas a Nike é detentora da Umbro, e eles têm uma realidade diferente. Faz parte. A Nike fará um trabalho belíssimo, e nós vamos buscar outras frentes para a marca", explica Sylvio Teixeira, diretor da Umbro no Brasil.

O acordo é válido até 2015 e começa exatamente no ano em que o Santos comemora seu centenário. Com isso a Nike consegue unir vestir Neymar tanto na Seleção Brasileira quanto no clube.

Uma curiosidade é a Umbro pertence a própria Nike no mundo, mas no Brasil quem representa a marca é o Grupo Dass.

Já a "Joia da Vila" foi anunciado como novo garoto-propaganda da Claro (é a terceira parceria em uma semana). O acordo cobre uma vaga que seria aberta com a não renovação do acordo com a Nextel (já anunciado anteriormente).

O contrato foi facilitado pelo fato de a Claro ser parceira de Ronaldo, um dos sócios da agência 9ine, que tem um acordo com o empresário Wagner Ribeiro e prospecta parceiros para Neymar.

"Além de ser considerado o símbolo de sua geração, Neymar tem identificação com o segmento, está a cada dia mais conectado e usa as redes sociais para se comunicar. A maior operadora da América Latina e o maior craque estão juntos", disse Erik Fernandes, diretor de marketing da Claro.

O contrato de Neymar com a empresa tem duração até 2016. Neymar participará da websérie #CLAROFICAADICA, que atualmente é estrelada por Ronaldo e o humorista Marco Luque, com uma série de programetes veiculados no Youtube em formato de talk show.

Ainda neste ano, Neymar vai estrelar uma campanha de ofertas da Claro para o Natal. O projeto de comunicação tem estreia prevista para a segunda quinzena de dezembro, e o desenvolvimento de todas as peças é assinado pela agência Ogilvy & Mather.

A Claro é a terceira parceira que Neymar anuncia em pouco mais de uma semana. No dia 24 de novembro, o banco Santander oficializou um acordo para ter o jogador como garoto-propaganda até 2017. No dia 26, a Soccer Grass divulgou sociedade com o astro em um complexo de quadras de futebol que será construído em São Paulo.

Neymar também tem contratos pessoais com Nike, Panasonic, Red Bull, Tenys Pé, Ambev, Lupo e Ministério do Turismo. A enorme quantidade de aportes tem relação direta com o modelo de remuneração do atacante, que tem com o Santos um contrato baseado em um trabalho de imagem.


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Poker renova com Fernando Prass, Rogério Ceni e Felipe para 2012

A fornecedora de luvas Poker renovou contrato com três de seus principais garotos-propaganda. Em 2012, os goleiros Felipe, Fernando Prass e Rogério Ceni seguirão usando produtos da marca.

Os três fazem parte de um time de mais de 40 goleiros que têm contrato com a empresa para 2012. Neste ano, segundo levantamento da Poker, 50% dos arqueiros da primeira divisão do Campeonato Brasileiro usaram produtos da companhia.

"Seguimos um processo virtuoso em que os atletas da Poker nos auxiliam a desenvolver as luvas e em retorno recebem produtos cada vez melhores, o que resulta em crescimento da marca", disse Rogério Caduro, diretor da Poker.

A empresa não revela o valor investido em patrocínios a atletas de futebol. "Renovei por mais um ano, não só pelo tratamento e pelo apoio que eu recebo, mas também pela qualidade das luvas", encerrou Prass.


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Golfe: Evento na Bahia discute futuro do golfe nacional

A Confederação Brasileira de Golfe (CBG) e a Associação Brasileira de Golfe Sênior (ABGS) uniram esforços para realizar um dos eventos de golfe mais concorridos e únicos do ano. A convite da ABGS, a 7ª Taça dos Presidentes, evento da CBG que reúne os dirigentes de federações e clubes de todo o país para discussões sobre o futuro e desenvolvimento do golfe, será realizado junto com a Retrospectiva 2011, evento de final de ano da entidade que reúne os sêniores brasileiros.

O evento está marcado para o período entre 1º e 4 de dezembro no Iberostar Premium Praia do Forte, na Bahia, e conta com apoio da Federação Baiana de Golfe.

A agenda começa no dia 1º de dezembro com a disputa da Taça Presidentes, torneio de golfe que reunirá os dirigentes e convidados. À tarde, todos se reunirão com a CBG. À noite acontece o Jantar dos Presidentes no Restaurante Gourmet, com a entrega das taças do torneio. Nessa mesma noite chega ao resort o restante do grupo que participará da Retrospectiva ABGS 2011.

No dia seguinte, acontece a primeira rodada do Torneio Retrospectiva ABGS 2011, que reunirá os membros da entidade e seus convidados, entre eles os participantes da Taça dos Presidentes. À noite acontece um jantar conjunto da CBG e da ABGS no Restaurante Maresias. Logo depois acontece um exclusivo show do conjunto MPB4, que está sendo levado para a Bahia pela ABGS - em 2010, a entidade realizou show de Toquinho e, no ano anterior, de Jorge Benjor. Os membros e convidados das entidades terão lugares reservados na plateia.

No sábado dia 3, acontece a final do Torneio Retrospectiva ABGS 2011 e a cerimônia de entrega de troféus e prêmios do ano, com execução do Hino da ABGS e apresentação da retrospectiva da ABGS.

O evento tem o patrocínio sênior de Banco BVA e Mapfre, patrocínio da Toro Greenext, Iberostate, Iberostar e é uma realização da Confederação Brasileira de Golfe e da Associação Brasileira de Golfe Sênior, com apoio da Federação Baiana de Golfe e coordenação da Golf Travel.


Rio de Janeiro recebe o Nike 6.0 Carioca Universitário de Surf

No dia 3 de dezembro será realizado o Nike 6.0 Carioca Universitário de Surf, um campeonato entre estudantes do Estado do Rio de Janeiro. A competição, disputada na Barra da Tijuca, será formada por 40 atletas, sendo 32 na categoria masculina e 8 na feminina. O evento terá formato tradicional, com baterias de quatro atletas, no qual somente dois avançam para as próximas fases. Na categoria masculina haverá ainda uma repescagem após o 1º round, ou seja, nenhum competidor será eliminado na primeira vez e todos terão uma nova chance.

Uma das atrações é a Xpression Session, bateria especial com até 15 atletas, que premiará a manobra mais radical. Outra novidade é o Tag Team, uma disputa por equipes entre as faculdades. Cada uma escolhe seus melhores surfistas em um sistema de revezamento, sendo seis times de três ou quatro atletas.

O campeonato também terá o Slackline (esporte no qual a pessoa precisa atravessar de um ponto a outro se equilibrando em uma corda) e a possibilidade dos competidores utilizarem as pranchas dos atletas da equipe Nike 6.0, tais como Alejo Muniz, Pedro Scooby, Filipe Toledo e Gabriel Medina.

Premiação: Os grandes campeões do Nike 6.0 Carioca Universitário de Surf (masculino e feminino) ganharão uma viagem ao Peru. Os quatro primeiros colocados (masculino e feminino), os vencedores da Xpression Session e do Tag Team ganharão kits com produtos Nike.

Inscrição: As inscrições poderão ser feitas nas lojas Star Point Barra e no site www.ibrasurf.com.br, de 23/11 a 01/12/2011, no valor de R$ 50,00 para as duas categorias (masculina e feminina) - Somente estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação e pós-graduação em universidades do Estado do Rio de Janeiro podem participar.

O Nike 6.0 Carioca Universitário de Surf é uma realização do Ibrasurf e Guilherme Braga, com apoio da Star Point, Bibi Sucos, RicoSurf, Feserj, ASBT, Prefeitura do Rio de Janeiro e Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer do Governo do Rio de Janeiro.



terça-feira, 29 de novembro de 2011

Massa vai pilotar carro da Fórmula Futuro em Florianópolis

Além da presença de nomes importantes das principais categorias do automobilismo mundial, como Fórmula 1, Fórmula Indy, GP2, Nascar e Stock Car, a edição 2011 do Desafio Internacional das Estrelas reservou uma atração adicional ao público que deverá lotar as arquibancadas do kartódromo Arena Sapiens, em Florianópolis, neste fim de semana: Felipe Massa fará uma apresentação com o carro da Fórmula Futuro especialmente para o público de Santa Catarina, estado que ainda não está incluído no calendário da categoria-escola incentivada pelo piloto da Ferrari.

A Fórmula Futuro Fiat utiliza chassis do fabricante francês Signatech, motores FPT de cerca de 150 cavalos de potência e câmbio sequencial de cinco marchas, entre outras características. Foi introduzida no Brasil no ano passado por iniciativa de Massa, que desde aquela época já manifestava preocupação com a perspectiva de o País perder espaço na Fórmula 1 no futuro por falta de modalidades de base. Apesar das dificuldades iniciais, decorrentes em grande parte do momento difícil atravessado pelo kartismo nacional, a categoria entrará em seu terceiro ano em 2012 facilitando ainda mais a entrada de pilotos em início de carreira.

Fazem parte do novo pacote oferecido pelos organizadores:

Parceria com a Rede Globo, que exibirá matérias especiais nos programas Esporte Espetacular e Globo Esporte, além das transmissões ao vivo pela SporTv. Pela Internet, as provas serão levadas ao ar com som e imagem pela SpeedTv.

Prêmio de R$ 300.000,00, o maior do automobilismo nacional, para ser investido pelo piloto campeão em categoria na Europa em 2013.

Os três melhores do Campeonato Brasileiro de kart (graduados) de 2011, com idade até 19 anos, receberão subsídios da ordem de 70%, 50% e 30% respectivamente. A mesma bolsa foi estendida ao campeão e vice da Copa Brasil, totalizando sete pilotos atendidos pelo programa de apoio ao kartismo.

Plano de incentivo a outros jovens com idade de 15 a 21 anos, consistindo na participação em uma etapa sem custo, ou seja, o piloto participa das 12 baterias no ano e paga 10. Essas vagas são limitadas a cinco pilotos, que pagarão R$ 169.000,00 pela temporada contra os R$ 200.000,00 do campeonato regular. Os interessados deverão fechar o acordo até 10 de dezembro, com pagamento de 30% na assinatura do contrato e o saldo em cinco parcelas de janeiro a maio.

Além do Fórmula Futuro, os torcedores locais e os visitantes de todo o Brasil poderão assistir também à exibição de Cacá Bueno com o Copa Fiat, novo nome do Trofeo Linea. Cacá conquistou o bicampeonato em 2011 e a categoria de turismo do Racing Festival estará representada no Desafio Internacional das Estrelas pelo local Leonardo Nienkötter, que terminou a última temporada na 6ª colocação.

A edição 2011 do Desafio Internacional das Estrelas tem patrocínio de Fusion Energy Drink, do Governo do Estado de Santa Catarina, da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte e Fesporte, co-patrocínio Fiat, Shell, Costão do Santinho e Honda.



sábado, 26 de novembro de 2011

Industria pornô aposta no esporte a motor

O piloto francês Hugo Payen terá um patrocínio curioso na próxima edição do rali Dacar. O motociclista será apoiado pelo produtor Marc Dorcel, dono de uma empresa de filmes pornográficos.

A marca da produtora será estampada na moto, no macacão e no capacete de Payen. O piloto também estampará o nome da atriz pornô Anna Polina.

Dorcel desembolsará 20 mil euros pelo aporte, válido apenas para a edição 2012 do rali. Uma curiosidade é o número usado pelo piloto: 69.

A Yamaha WRF 450 terá cores quentes e a silhueta do rosto nu de Anna Polina.

Payen e Polina fizeram um ensaio fotográfico para divulgar o acordo.




Confira um vídeo com a apresentação da moto:


Luiz Razia reclama da dificuldade de conseguir patrocinadores brasileiros

Luiz Razia, de 22 anos, é piloto de teste da Team Lotus, mas seu futuro na Fórmula 1 é incerto. Na sua justificativa, faltam 5 milhões de euros para a sua entrada, valor de patrocínio necessário para correr na equipe. “Não é todo mundo que tem”, lamentou. Para o corredor, por ser brasileiro seu sofrimento é maior do que o de outros pilotos da categoria.

A justificativa de Razia é que as grandes empresas brasileiras têm pouco interesse em patrocinar um jovem piloto de Fórmula 1, com receio de possíveis maus resultados no início. “Estão perdendo uma boa oportunidade”, afirmou.

Para o piloto da Lotus, as empresas só se arriscam para colocar a marca em nomes consagrados. Razia citou casos como o do Guaraná Antarctica com Felipe Massa e Gillette com Bruno Senna como exemplos dessa situação.

Há dois meses, o sobrinho de Ayrton Senna foi colocado como embaixador da Gillette, junto com atletas como Paulo Henrique Ganso e Kaká. A marca patrocinou a entrada do piloto na Fórmula 1, com suporte à Lotus Renault.

Já o Guaraná Antarctica fechou com Felipe Massa em 2010, usando sua imagem em comerciais da marca. Na época, a Ambev usou o fato de ser a primeira marca brasileira a patrocinar o atleta como chamariz para o acordo.

Luiz Razia também não se anima com um possível patrocinador estrangeiro. Para o piloto, suportes de empresas de fora do Brasil para um piloto brasileiro são raros. Nesse caso, citou o colega César Ramos, da Fórmula 3 Italiana, que conseguiu um suporte de uma companhia do país de sua categoria.

O discurso de dificuldade de patrocínio não é uma exclusividade de Luiz Razia ou da Fórmula 1. Atletas brasileiros de diversas modalidades já fizeram lamentações públicas sobre o assunto. O caso recente mais notável foi de Torben Grael. Ouro olímpico em 1996 e em 2004, o velejador alegou falta de aporte para não disputar os Jogos de Londres, em 2012.

Por outro lado, Luiz Razia afirmou que o valor necessário para entrar na Fórmula 1 não é elevado. Na presença de representantes da General Electric, patrocinadora da Team Lotus, o piloto indagou: “Para uma grande empresa, cinco milhões não é nada. O que são 5 milhões de euros para a GE?”.


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Bruno Senna aposta em GP Brasil para conquistar novos patrocinadores

Bruno Senna estabeleceu algumas metas para o Grande Prêmio do Brasil, prova que fecha o calendário de 2011 neste domingo em São Paulo. Nesta quarta-feira, durante encontro com a imprensa em hotel na zona sul da capital paulista, Bruno mostrou que tem uma ideia bem definida do que seria um bom resultado em Interlagos."Antes de mais nada, bater o (Vitaly) Petrov, porque o companheiro de equipe é sempre a melhor referência. Também seria legal chegar na zona de pontos para terminar o ano com uma nota alta, mas será preciso que os pilotos e a equipe acertem 100%. Mesmo assim, será difícil, porque as características da pista não ajudam nosso carro e as Force India, Toro Rosso e até a Sauber, em algumas vezes, estavam mais velozes nas últimas corridas", explicou.

Pouco antes, a Lotus Renault GP havia divulgado que o polonês Robert Kubica informou à equipe que ainda não pode se comprometer a voltar a pilotar no início do próximo campeonato, apesar da recuperação animadora dos graves ferimentos sofridos em prova de rali em fevereiro. Bruno ocupa a vaga originalmente pertencente a Kubica, mas lembrou que o número de interessados em correr pela Lotus Renault GP está crescendo. Perguntado se Rubens Barrichello seria um "inimigo" nessa corrida, Bruno não fugiu à questão. "Todos os pilotos que estão no mercado em busca de um assento são meus inimigos", disse, citando o próprio piloto reseva Romains Grosjean e o alemão Adrian Sutil, cujo futuro na Force India permanece indefinido.

Bruno se mostrou otimista com as negociações que vem travando em todos os flancos. "Temos tido conversas animadoras com os patrocinadores e com a equipe. Atualmente, é difícil um piloto chegar à Fórmula 1 se não trouxer um patrocinador ou fizer parte do programa de uma equipe. Sei que a Lotus Renault GP está contente com meu trabalho. Fiz algumas boas corridas, outras nem tanto, mas a questão da falta de quilometragem faz diferença e foi entendida internamente." Bruno observou que um eventual resultado positivo não terá peso determinante para sua permanência na equipe. "Seria bom, mas serei julgado pelo que fiz no conjunto de todas as corridas", acrescentou. "Tudo o que eu quero agora é acertar minha situação o quanto antes possível para finalmente voltar a fazer um ano estável, o que não tenho desde 2008 na Fórmula GP2."
Durante a entrevista, Bruno revelou a bandeira da campanha Sennatri, criada para marcar os 20 anos da conquista do tricampeonato de Ayrton Senna na Fórmula 1. A peça é inspirada na bandeira brasileira e foi decorada com centenas de fotos de torcedores que aderiram ao chamado para recordar o último título mundial conquistado por um brasileiro e, ao mesmo tempo, contribuíram para os projetos educacionais do Instituto Ayrton Senna. "Ficamos impressionados com a receptividade. Tem foto de gente de todo o mundo", afirmou Bruno. Segundo ele, essa não será a única homenagem ao tio no fim de semana. "O Rubinho e o Felipe Massa também usarão um capacete com uma lembrança", adiantou. Bruno correrá novamente com o capacete com o logo da campanha.
 
Amanhã, Bruno deverá levantar o pé dos eventos promocionais e começar a se preocupar com a abertura dos treinos livres na sexta-feira. Pela manhã, estará no autódromo para participar da entrevista oficial da FIA. A semana tem sido cheia: na terça-feira, Bruno passou praticamente todo o dia visitando a fábrica da Renault em São José dos Pinhais, nas vizinhanças de Curitiba. Hoje, além de falar com os jornalistas, foi até à pista da Pirelli no interior paulista para gravar vídeo para o F1 Rocks juntamente com Petrov e as estrelas da música Macy Gray e Jessy J.

Lotus acredita que mudança de nome facilitará patrocínios em 2012

Na temporada 2012 de Fórmula 1, uma das maiores disputas de bastidores atuais chegará ao fim. A Team Lotus, do malaio Tony Fernandes, mudará o nome de sua equipe para Caterham, após disputas judiciais com a Lotus Renault. Para o empresário, apesar de mudança de identidade que disputou provas por dois anos, a medida é positiva para patrocinadores.

Quem explicou a lógica dessa presunção foi o diretor técnico da atual Team Lotus, Mike Gascoyne. Para o executivo, dessa maneira não haverá mais confusões entre as equipes. “A nova marca ajuda na busca por patrocinadores. Com a mudança, não teremos mais uma concorrência de mesma marca”, afirmou.

A Team Lotus ganhou na justiça britânica, no início deste ano, o direito de usar o nome, mas mesmo assim preferiu mudar. A equipe deixa de usar a sua dominação, mas isso não atrapalha a relação com os torcedores, garante Gascoyne. “Eu nunca me confundi. E nossos fãs sabem bem quem é a Lotus”, provocou.

A disputa pelo nome Lotus teve início no fim de 2010, quando a Proton, dona da Lotus, resolveu entrar na Fórmula 1 por meio da antiga equipe Renault. O novo time entrou na justiça para tirar a denominação do grupo de Tony Fernandes, que comprou os direitos do nome usado.

Com a decisão judicial favorável ao malaio, a temporada de 2011 da Fórmula teve duas equipes com o mesmo nome. Em 2012, a Lotus Renault abandonará a marca francesa de sua dominação oficial, e seu concorrente fica apenas com o Caterham, marca inglesa de automóveis adquirida por Fernandes.

Apesar do anseio por mais patrocinadores na próxima temporada, a Caterham irá iniciar 2012 com os principais suportes de sua antiga identidade. A General Electric (GE), por exemplo, renovou seu contrato em julho deste ano e ficará com a equipe até 2014.

Em encontro promovido pela GE nesta quinta-feira, a Team Lotus fez questão de enaltecer a parceria com a empresa de tecnologia. Equipamentos usados pela equipe, como os aparelhos de ultrassonografia para medir a qualidade do carbono utilizado nos carros, foram desenvolvidos em conjunto no centro de pesquisa da empresa, nos Estados Unidos.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Banco Santander fecha com Neymar e quer trabalhar imagem do craque na Europa

Após Neymar anunciar que não sai do Brasil até o final da Copa de 2014 as empresas começam a se agitar para ter a "Jóia da Vila" como garoto-propaganda. E a primeira empresa a entrar neste lote é o Banco Santander. O Santos acertou com a instituição espanhola, que deseja usar o atacante em escala mundial. Esta exposição do jovem craque fora do Brasil despertou bastante os interesses da diretoria santista.

O contrato será válido até 2014. Esse será o primeiro patrocínio firmado pelo Santos desde que um novo acordo entre o clube e Neymar foi acertado, há duas semanas. Para garantir o jogador até 2014, a direção santista diminuiu de 30% para 10% o valor que recebe pelos suportes publicitários obtidos para o jogador.

Santander irá entrar nesse novo esquema de divisão. O banco espanhol se juntará à Nike, à Panasonic, à Red Bull, ao Tenys Pé, à Ambev, à Lupo e ao Ministério do Turismo no portfólio de patrocínios a Neymar.

Com contrato até 2014, o Santander conseguiu tirar o Banco do Brasil na negociação pelo patrocínio ao jogador. A instituição financeira brasileira negociou para ter Neymar como garoto-propaganda, mas o acordo esbarrou no tempo de contrato. A empresa queria fechar para até 2012, mas a cúpula do atleta tinha preferência por acordos mais longos.

O anúncio oficial da parceria será feito nesta quinta-feira, mas o presidente do Peixe, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, já adiantou o acerto com o Santander.

"De fato o Santander apresentou uma proposta muito interessante para o jogador e está em vias de ser assinada. Isso é para os apressadinhos que disseram que ele ficaria no Santos por conta de dinheiro público - resumiu o mandatário, em evento na Vila Belmiro para o lançamento do livro oficial do clube sobre a conquista do tricampeonato da Libertadores".

Barrichello terá patrocínio da Locaweb no GP Brasil

O piloto brasileiro Rubens Barrichello repetirá no próximo final de semana um patrocínio pontual. Assim como havia acontecido no Grande Prêmio de Abu Dhabi, ele terá a marca da Locaweb para a corrida que será disputada em Interlagos, a última da temporada 2011 da Fórmula 1.

A marca da Locaweb será exposta no macacão, no boné e no carro de Barrichello. A parceria tem validade apenas para as duas corridas, e a empresa não divulgou o valor investido nessa parceria.

“A empresa aposta na importância do esporte brasileiro para a formação dos futuros cidadãos. Acreditamos que o Barrichello seja um exemplo para a nação, por toda a paixão que ele demonstra pelo país”, disse Luis Carlos dos Anjos, gerente institucional da Locaweb.

Vitor Belfort tem nova empresa para gerenciar sua carreira

A XYX Live anunciou que será a gestora da carreira de Vitor Belfort, um dos maiores nomes do MMA (Mixed Martial Arts) mundial, conhecido no meio como "The Phenon" ("O Fenômeno") por ter sido o mais jovem lutador do mundo a conquistar um título mundial, aos 19 anos. Com o anúncio, a empresa amplia sua atuação na área de Management, que administra carreira de atletas e artistas.

A partir de agora a XYZ Live passa a responder pela captação de patrocínio e do gerenciamento de relações públicas de Vitor Belfort. "Vitor é um dos nomes mais respeitados neste esporte que mais tem crescido em todo o mundo. Talvez por serem lutadores, atletas como Belfort são vistos em sua essência como verdadeiros heróis. Eles magnetizam o público e certamente por isso também possuem um grande apelo para as marcas que querem ter sua imagem ligada a conceitos como disciplina, dedicação, confiança, coragem e também tecnologia e conhecimento, pois o esporte de hoje é cada vez mais uma ciência bastante complexa", ressalta Guilherme Schaeffer, vice-presidente de esportes da XYZ Live.

Vitor Belfort reitera, ressaltando ainda que o MMA, sem dúvida, está chegando a novos patamares. "Estou muito feliz por ter fechado com a XYZ Live e sei que teremos resultados muito positivos para os dois lados. É importante para um atleta ter tranquilidade quanto à gestão de sua carreira, pois só assim você pode se concentrar 100% no esporte, em tentar chegar a um nível ainda superior. Tenho competições importantes pela frente e essa segurança com certeza vai me ajudar a ter mais foco e a poder mergulhar integralmente nos treinos", completou Belfort, que estará no Brasil no dia 14 de dezembro para a coletiva de imprensa de anúncio do UFC 142, no Rio de Janeiro (RJ).

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Nelsinho Piquet troca de equipe para 2012

Nelsinho Piquet teve um bom ano na Nascar Truck Series e conseguiu terminar a temporada em 10º lugar, ficando por cinco vezes entre os Top5 e liderando algumas voltas. Mas, apesar do sucesso, o piloto brasileiro já tem casa nova para 2012: vai para a equipe Turner Motorsports. Além de disputar todas as provas no campeonato das picapes, ele vai correr também algumas provas da Nascar Nationwide Series (a segunda mais importante categoria do automobilismo americano).

"A Turner Motorports se orgulha por desenvolver jovens talentos. Um de nossos maiores objetivos é proporcionar aos pilotos uma plataforma para mostrarem habilidade, buscando os níveis de excelência na Nascar. O Nelson acrescenta experiência ao nosso quadro de pilotos e traz junto uma sólida base internacional de fãs ao programa. Tenho confiança que ele vai competir por vitórias e pelo campeonato da Truck Series em 2012", diz o proprietário do time, Steve Turner.

"Agradeço ao Steve Turner e aos demais membros do time. Sei que trarei resultados positivos no ano que vem. Estou empolgado com a oportunidade. A Turner Motorsports é uma das principais escuderias nesse esporte e já mostrou que é vencedora. Vou brigar pelo título da Truck Series e espero acumular experiência também na Nationwide, começando pela prova deste sábado com o carro número 30", afirma Piquet Jr.

O número da picape que Nelsinho Piquet usará em 2012 e seus companheiros na disputa da Truck Series serão anunciados posteriormente.

Fundada em 1999 pelo empresário texano Steve Turner, a equipe ampliou seu programa competitivo em 2011. A partir de uma operação com duas picapes na Truck Series, a escuderia virou a maior operação autônoma de mais de uma divisão nas categorias principais da Nascar, com três picapes na Truck Series e quatro carros na Nationwide. A sede Turner Motorsports fica em Mooresville (Carolina do Norte), numa instalação de mais 10 mil metros quadrados. O time usa veículos Chevrolet e tem parceria com a Hendrick Motorsports para o desenvolvimento dos motores.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Duracell acende estrela do Flamengo, mas time não brilha em campo

Quando entrou em campo para enfrentar o Figueirense pela 36ª rodada do Brasileirão, o Flamengo brilhou, mas não no futebol jogado (empate por 0 a 0), e sim graças a uma ação de marketing da Duracell que comemorou os 30 anos da conquista do Mundial de Clubes no Japão.

A campanha, idealizada pela 9ine (empresa de marketing esportivo de Ronaldo), resolveu acender a estrela que fica acima do escudo no uniforme e representa a maior conquista do clube em sua hostória. Um teaser da açao já havia sido divulgado no canal oficial da Duracell no Youtube e nas redes sociais.

O teaser divulgado pela empresa conta com algumas personalidades ligadas ao Rubro-Negro como: os cantores Sandra de Sá e Tony Garrido, além dos jogadores Nunes e Adílio – heróis da conquista de 1981 – Thomas e Léo Moura. O vídeo conta também com relatos e gritos apaixonados da torcida, o grande patrimônio do clube.



Para o diretor de marketing da marca, Thiago Icassati, a ação representa mais do que um registro comemorativo, mas principalmente uma oportunidade de destacar a importância dessa conquista para os flamenguistas.

“Foi um momento único na história do Clube, eternizado na memória dos torcedores. Estamos orgulhosos em poder resgatá-lo aliado ao conceito de Duracell, Momentos que duram mais”, afirma Icassati.

Infelizmente para o Flamengo, a estrela da Duracell brilhou, mas o time teve atuação pífia na partida e saiu de campo sob vaias de sua torcida após um empate sem graça contra o Figueirense por 0 a 0, em que seus craque não brilharam. Inclusive com o time catarinense perdendo um pênalti.

Uma curiosidade: Na estrada do time em campo a estrela do principal jogador do clube, Ronaldinho Gaúcho, parecia não estar brilhando. Seria um prenuncio do que iria acontecer durante o jogo?

Confira o vídeo da entrada do time em campo:


Atualizando: O Flamengo revelou que todos os jogadores do Flamengo entraram em campo com duas camisas, uma com o dispositivo da Duracell e outra de jogo. O único que não participou da ação foi exatemante a maior estrela do time, Ronaldinho Gaúcho.

Segundo matéria do site globoesporte.com, o vice de marketing do clube, Henrique Brandão, não soube explicar o motivo do craque não usar a camisa especial. Ele ainda afirmou que a empresa Procter & Gamble (dona da marca Duracell) não pagou nenhum valor adicional pela ação.

"É a nossa patrocinadora principal e esta foi uma ação pontual. Está dentro do nosso contrato. Talvez ninguém tenha orientado o Ronaldo a usar a camisa e a acender a estrela. Mas o importante foi que o time usou", disse, após o jogo.

Porém os executivos da P&G não gostaram da situação. Vindos de São Paulo num jatinho particular, aguardaram com ansiedade a entrada do time em campo e se surpreenderam ao ver o principal jogador do Flamengo sem a camisa especial. Detalhe: eles pretendiam oferecer um contrato pessoal para que Ronaldinho virasse garoto-propaganda da marca Gillette. Inconformados, acabaram desistindo.

O GLOBOESPORTE.COM apurou que o Gaúcho não participou da ação por conta de seus compromissos com patrocinadores pessoais e da relação com a Traffic. O acerto com o anunciante master não passou pela empresa de marketing esportivo, parceira do Flamengo na contratação do atacante. Foi a agência 9ine, que tem Ronaldo Fenômeno como um dos sócios, que intermediou o negócio de R$ 6,6 milhões por quatro meses. Do valor total, 15% ficaram para a empresa do ex-corintiano – o vínculo termina em 31 de dezembro deste ano. No jogo, Ronaldinho não foi bem e saiu vaiado. Nas estatísticas, foi "destaque" apenas nas faltas cometidas: 5 no total.


Segundo a matéria do site o uso da camisa gerou polêmica desde sua proposta inicial.
A ação funcionou, mas gerou polêmica nos bastidores. Ao longo da semana, o gerente de futebol Isaías Tinoco tentou vetar a ideia. Ele alegou que não seria o momento ideal para algo do tipo, já que a equipe entrou em campo pressionada pela necessidade de vitória para voltar à zona de classificação da Libertadores - o jogo contra o Figueira terminou sem gols.

Outro problema: a camisa especial trazia a marca Duracell no peito, mas a mudança no uniforme sequer passou pela avaliação do Conselho Deliberativo do clube.

Além da decisão de Ronaldinho, os parceiros do Flamengo não gostaram do tratamento que receberam no Engenhão. Marcus Buaiz, um dos sócios da 9ine, e Thiago Icassati, diretor de marketing da Duracell, deixaram o estádio contrariados 20 minutos antes do fim da partida. Muito irritados, reclamaram da postura do clube, que só decidiu usar as camisas com a lâmpada momentos antes de a equipe entrar no campo.

A dupla veio ao Rio para assistir ao jogo no camarote da presidente Patricia Amorim, mas ficou, em pé, no mesmo local dos jogadores não relacionados. A convite de alguns funcionários do clube, eles se acomodaram. Enquanto isso, o vice de marketing Henrique Brandão e o coordenador Cláudio Fontenelle comiam croquetes no local sem perceber a insatisfação dos convidados. Segundo relatos de quem circulava por ali, Marcus Buaiz fez uma ligação, desabafou em voz alta e deu a entender que a parceria corre o risco de não se repetir na próxima temporada.

"Acabou, chega. É uma palhaçada. Estamos fora. Ano que vem, estamos fora".