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Reuniões secretas, pressões externas e pouca identificação com a torcida fazem patrocinadores agirem

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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Brasil e Canadá assinam acordo que prevê troca de experiências olímpicas

Na tarde da última segunda-feira (08/08), o primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper, assinou acordo com a presidenta da República, Dilma Rousseff. Os dois debateram iniciativas conjuntas nos setores de comércio, investimentos, infraestrutura, energia e esporte. O ministro do Esporte, Orlando Silva, acompanhou o evento e destacou a importância da visita do estadista canadense.

O convênio no âmbito esportivo levou em consideração o fato de o Brasil ser a sede dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016 e de que o Canadá organizou os Jogos de Inverno Vancouver 2010. Assim, os países pretendem estabelecer um relacionamento e uma parceria de trabalho, compartilhando conhecimento em relação às estruturas de governança e à função do governo, além da entrega do legado na economia, no desenvolvimento social e na prática de atividades físicas.

Os países assinaram em 2003 um Memorando de Entendimento sobre Relações Bilaterais e Cooperação em Esporte entre o Departamento do Patrimônio Canadense e o Ministério do Esporte do Brasil.

“Estamos à disposição para cooperar com o Brasil na organização dos Jogos Olímpicos em 2016”, afirmou Harper durante a cerimônia. O Canadá é um dos principais destinos de investimentos brasileiros no exterior, com estoque acumulado superior a US$ 21 bilhões, e vem aumentando seus investimentos produtivos no Brasil.

A visita canadense termou 09/08. A delegação do primeiro-ministro é integrada, entre outras autoridades, pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, John Baird; pelo ministro do Comércio Internacional, Edward Fast; pela ministra para as Américas e Assuntos Consulares, Diane Ablonczy; e pela ministra do Funcionalismo Público e do Direito da Mulher, Rona Ambrose. Também estão no País vários empresários canadenses.

Fonte: Assessoria

terça-feira, 26 de abril de 2011

BID, Barcelona e Prefeitura do Rio de Janeiro apoiam iniciativa de esporte para o desenvolvimento

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Barcelona Futebol Clube e a Prefeitura do Rio de Janeiro lançam no próximo dia 29 a iniciativa ‘Esporte como legado para a transformação social’, que conta com o apoio do grupo internacional de marketing e publicidade WPP.

Durante o encontro serão firmadas parcerias para o fortalecimento de projetos de esporte para o desenvolvimento no Rio de Janeiro.

O encontro discutirá sobre a importância do legado dos grandes eventos esportivos que o Brasil receberá em 2014 e 2016, visto que estes representam uma excelente oportunidade para promover a mudança social utilizando o esporte como instrumento para o desenvolvimento da juventude.

O lançamento acontece no Palácio da Cidade, em Botafogo. Participam da discussão o Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes; o Ministro dos Esportes, Orlando Silva; Sir Martin Sorrell, presidente da WPP; Ramon Pont, Vice-Presidente do Barcelona Futebol Clube; Luis Alberto Moreno, Presidente do BID; Deco, jogador estrela do Fluminense Esporte Clube; e Ronaldo “Fenômeno”.

A iniciativa faz parte do projeto firmado entre o BID e o Barcelona em março deste ano que visa o desenvolvimento do esporte na América Latina e Caribe.

O Rio de Janeiro é a primeira cidade a ser agraciada pela parceria, segundo o projeto, o clube catalão ofereçe seu conhecimento e experiência com trabalho de apoio a crianças e jovens atraves do esporte, enquanto o banco internacional busca incorporar atividades de esporte e desenvolvimento dentro de cada um dos programas desenvolvidos em 12 cidades no Brasil nas áreas de turismo, desenvolvimento urbano, prevenção de violência, saúde e educação, e que buscam obter um alcance sustentável até a Copa do Mundo de 2014 y os Jogos Olímpicos de 2016.

O presidente do BID, Luis Alberto Moreno, falou sobre os ideais da iniciativa, "Queremos respaldar as crianças e jovens na América Latina e Caribe para que possam se tornar membros produtivos para suas comunidades atraves do esporte", afirmou Moreno. "Trabalharemos para prevenir a violência, promover sua inclusão social e para que completem sua educação visando melhores oportunidades de emprego", completou.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Movimento LiveWright pretende desenvolver esportes olímpicos

Euforia. Talvez essa possa ser a palavra exata para o sentimento de políticos e empresários com a chegada de grandes eventos esportivos, como: a Copa do Mundo, em 2014 e as Olimpíadas, em 2016. Neste caminhar, o Movimento LiveWright – organização sem fins lucrativos -, gerido por um grupo de empresários e executivos, visa apoiar nove modalidades olímpicas com o intuito de desenvolver a potencialidade de jovens atletas, e também, obter visibilidade rentável das marcas envolvidas.

A LiveWright é uma mescla de empresas brasileiras e estrangeiras que procuram captar, através da lei do incentivo ao esporte, neste ano de 2011, algo que beira entre R$ 8 e R$ 15 milhões. Ventila-se que modalidades como a canoagem, ciclismo e lutas sejam as primeiras a ingressarem nesse projeto. Federações e Confederações terão, enfim, a ajuda financeira que tanto transpiram para conquistar tal suporte. Além disso, estas trabalharão em projetos desenvolvidos sob parceria com a organização. A ideia da LiveWright é também de entremear-se na gestão das entidades, e assim, alega conquistar potencialidade olímpica e alianças duradouras.

“Nosso desafio é buscar recursos junto à iniciativa privada para patrocinar projetos esportivos que, a médio e longo prazo, intensifiquem as chances das equipes brasileiras nos Jogos Olímpicos e transformem o país em uma grande potência na competição”, explica Walter de Mattos Jr. presidente do Conselho Executivo do Movimento. Outro objetivo está na idéia de criar projetos que tenham um alcance amplo, fortalecendo não só a atuação de atletas, mas também toda a estrutura relacionada à prática de uma determinada modalidade. Para supervisionar as atividades “extra-curriculares-esportiva”, será criado o Conselho Estratégico, em que personalidades como Gustavo Kuerten (tênis), Luiza Parente (ginasta) e Fernanda Keller (triatleta) – primeiros convocados – avaliarão junto às entidades todo o andamento do projeto. 

Com a morte de Roger Wright em um acidente de avião na Bahia em 2009, foi criado o Movimento LiveWright para dar continuidade ao desejo do empresário e desportista: incentivo às Olimpíadas de 2016. Com um grupo de 11 empresários, entre eles Lars Grael, Pedro Paulo Diniz, Gilberto Sayão e Walter de Mattos Jr, tais projetos para o esporte visam o crescimento de mais modalidades no Brasil e o retorno financeiro através da visibilidade das marcas em competições e uniformes dos atletas. Promessas de novos ares para o esporte brasileiro, mas nunca é demais ficar com um olho no peixe e outro no gato, principalmente se tratando do vale-tudo empresarial.

A primeira instituição que se aproveita deste grupo é o Instituto Passe de Mágica, que visa a capacitação de crianças e adolescentes por intermédio da educação pelo esporte. Mais detalhes sobre o IPM podem ser conhecidos aqui.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Embratel e Claro serão patrocinadores dos Jogos Olímpicos Rio 2016

O consórcio formado pelas empresas Embratel e Claro foi escolhido como patrocinador nacional exclusivo dos Jogos Olímpicos Rio 2016 na categoria Serviços de Telecomunicações. O consórcio poderá utilizar o direito de associar sua marca aos Jogos Olímpicos Rio 2016 e ao Comitê Olímpico Brasileiro já a partir de março de 2011.

“Estamos muito felizes e honrados em receber essa notícia do Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016. É o coroamento de um projeto que se iniciou em 2008, com a candidatura do Rio de Janeiro. É uma grande satisfação poder desenvolver essa parceria com o COI (Comitê Olímpico Internacional), com o Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016 e com o Rio de Janeiro”, afirmou José Formoso Martínez, presidente da Embratel e da Via Embratel. Formoso ressaltou também que “a parceria que hoje se inicia será uma oportunidade de ouro para demonstrar a qualidade dos serviços do consórcio Embratel-Claro”.

Por sua vez, o presidente do Comitê Organizador Rio 2016 e do COB, Carlos Arthur Nuzman, observou que “chegamos a mais um momento histórico para os Jogos Rio 2016. Contar com a parceria de um consórcio formado por empresas do calibre da Claro e da Embratel é não apenas uma honra, mas sobretudo a certeza de que enfrentaremos com tranquilidade os desafios que os Jogos Rio 2016 vão apresentar na área de telecomunicações”.

Nuzman lembrou que “os avanços das novas tecnologias e mídias serão cada vez mais dinâmicos nos próximos anos até os Jogos Olímpicos Rio 2016, o que torna fundamental a parceria com empresas sólidas na área de telecomunicações, como as que formam o consórcio Embratel-Claro”.

O presidente da Claro, Carlos Zenteno, declarou estar muito feliz com o acordo, “que abre novas oportunidades para que a Claro desenvolva capacidade criativa e inovadora para oferecer serviços cada vez mais sofisticados de banda larga e mobilidade aos Jogos Rio 2016”.

“O Consórcio Embratel-Claro apresentou a melhor proposta e a mais consistente do ponto de vista técnico. Ela contempla projetos de apoio ao desenvolvimento do esporte olímpico brasileiro e de promoção dos Jogos Olímpicos Rio 2016 por todo o País”, explicou Leonardo Gryner, diretor geral do Comitê Rio 2016.

As partes trabalharão na elaboração do detalhamento da operação olímpica. O acordo foi formalizado nesta sexta-feira, 4 de março.

Fonte: Assessoria

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

RIO 2016 estende jogos olímpicos para todo Brasil

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Jogos Paraolímpicos Rio 2016 lançou no dia 17/02 um projeto que estenderá a experiência do maior evento multiesportivo do mundo a outras cidades do Brasil. O Processo para Cadastramento e Seleção de Locais de Treinamento Pré-Jogos vai identificar instalações esportivas em todo o país que atendam aos requisitos técnicos e recomendações das Federações Internacionais para que os Comitês Olímpicos e Paraolímpicos Nacionais possam trazer seus atletas para o país-sede antes dos Jogos, visando à concentração e o aperfeiçoamento do treinamento e sua aclimatação às condições locais.

“O investimento para receber essas delegações é um investimento para o futuro. Na hora em que se faz um upgrade numa instalação também se qualificam os profissionais para usá-la depois e aí vem o legado para as cidades que se prepararem para receber as delegações, e também tem a questão financeira porque a instalação vai cobrar pelos serviços que prestar”, disse Marcus Vinícius Freire, Superintendente Executivo de Esportes do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

Instituições esportivas municipais, estaduais e federais, instituições de ensino públicas e privadas, instituições militares, clubes esportivos particulares, empresas do ramo esportivo e outros que possuam instalações enquadradas nos requisitos técnicos poderão participar do processo. Os interessados podem se inscrever até o dia 5 de abril através do preenchimento online do formulário disponível no site oficial Rio 2016: www.rio2016.com/treinamentoprejogos.

O processo de cadastramento e seleção, dividido em várias fases, culminará em janeiro do ano que vem com a assinatura do Termo de Compromisso pelas instalações esportivas que tenham cumprido as exigências do regulamento, e o posterior lançamento do Guia de Locais de Treinamento Pré-Jogos Rio 2016 durante os Jogos Olímpicos Londres 2012.

“Receber uma Delegação Olímpica ou Paraolímpica movimenta as cidades social e economicamente. Estas cidades podem passar a atuar como pólo de desenvolvimento esportivo em seu estado ou região e crescer como indústrias do esporte. É também uma oportunidade de divulgação e promoção nacional e internacional do potencial esportivo e turístico da cidade. Esse projeto é uma peça fundamental na disseminação dos benefícios e da experiência dos Jogos para todo o país”, disse Carlos Arthur Nuzman, Presidente do Comitê Organizador.

Agberto Guimarães, Diretor de Esportes do Comitê Rio 2016, ressaltou que o potencial esportivo de uma instalação pode ser muito maior do que até mesmo seus proprietários imaginam: “Um ginásio pode abrigar esportes de quadra como basquete, handebol, vôlei sentado, goalball, mas também judô olímpico e paraolímpico, taekwondo, halterofilismo, esgrima entre outros, desde que se adquiram os respectivos equipamentos esportivos. Da mesma maneira, uma cidade litorânea pode oferecer locais de treinamento para vôlei de praia, vela olímpica e paraolímpica, triatlo olímpico e paraolímpico e maratona aquática”.

O presidente do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Municípios, Waldenir de Bragança, ressaltou que a oferta de locais de treinamento pré-Jogos vai integrar todo o Brasil.´"É uma oportunidade única de integração para todos os municípios do país. Os Jogos Olímpicos vão constituir influência fundamental no processo de desenvolvimento sócio-econômico-cultural de todo o Brasil", disse Bragança.

Uma Comissão Avaliadora multidisciplinar, formada por até 15 membros do Comitê Organizador Rio 2016, com apoio do COB, CPB e Ministério do Esporte, avaliará a adequação dos locais às exigências do regulamento. A oferta de Locais de Treinamento Pré-Jogos através da publicação do guia é uma das responsabilidades da Rio 2016 com o Comitê Olímpico Internacional e um serviço aos Comitê Olímpicos e Paraolímpicos Nacionais, que, então, podem entrar em contato com os locais indicados para firmar acordos de uso das instalações esportivas para programas de treinamento.

Mais Informações  no site: http://www.rio2016.com.br/treinamentoprejogos/

Fonte: Assessoria

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Rio 2016 já começou para bancos

Começou a briga pela primeira cota de patrocínio para os Jogos Olímpicos de 2016. Sem fazer barulho, o Comitê Rio 2016 abriu o prazo para receber as propostas do setor de serviços financeiros e seguros semana passada.

E, pelos critérios, apenas seis bancos poderão entrar na disputa: Banco do Brasil (BB), Itaú Unibanco, Bradesco, Caixa Econômica Federal (CEF), Santander e HSBC. Quem ganhar a queda de braço, terá de desembolsar ao menos US$ 30 milhões, a cota mínima para se tornar um patrocinador oficial nessa categoria. No total, serão cerca de US$ 570 milhões em patrocínio.

Os candidatos devem se adequar a dois critérios: ter no mínimo de R$ 100 bilhões em ativos e 800 agências no país. As propostas podem ser entregues até 19 de novembro, e o resultado deve ser conhecido ainda este ano, a tempo de as instituições financeiras planejarem seus gastos em marketing para 2012.

Os bancos vinham pressionando o comitê para antecipar o prazo das propostas, justamente para poderem ajustar seu planejamento. Por isso, o setor será o primeiro a travar a disputa. O próximo será o de telecomunicações.

Com R$ 116,5 bilhões em ativos e 893 agências, o HSBC quase ficou de fora da briga. De acordo com o diretor-geral do Comitê Rio 2016, Leonardo Gryner, a linha de corte levou em conta o fôlego financeiro para fazer campanhas de alcance nacional:
- As campanhas de comunicação não podem ser tímidas. Isso prejudicaria os Jogos.

Fonte: O Globo