Confira os bastidores da queda de Mano Menezes

Reuniões secretas, pressões externas e pouca identificação com a torcida fazem patrocinadores agirem

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sábado, 26 de novembro de 2011

Luiz Razia reclama da dificuldade de conseguir patrocinadores brasileiros

Luiz Razia, de 22 anos, é piloto de teste da Team Lotus, mas seu futuro na Fórmula 1 é incerto. Na sua justificativa, faltam 5 milhões de euros para a sua entrada, valor de patrocínio necessário para correr na equipe. “Não é todo mundo que tem”, lamentou. Para o corredor, por ser brasileiro seu sofrimento é maior do que o de outros pilotos da categoria.

A justificativa de Razia é que as grandes empresas brasileiras têm pouco interesse em patrocinar um jovem piloto de Fórmula 1, com receio de possíveis maus resultados no início. “Estão perdendo uma boa oportunidade”, afirmou.

Para o piloto da Lotus, as empresas só se arriscam para colocar a marca em nomes consagrados. Razia citou casos como o do Guaraná Antarctica com Felipe Massa e Gillette com Bruno Senna como exemplos dessa situação.

Há dois meses, o sobrinho de Ayrton Senna foi colocado como embaixador da Gillette, junto com atletas como Paulo Henrique Ganso e Kaká. A marca patrocinou a entrada do piloto na Fórmula 1, com suporte à Lotus Renault.

Já o Guaraná Antarctica fechou com Felipe Massa em 2010, usando sua imagem em comerciais da marca. Na época, a Ambev usou o fato de ser a primeira marca brasileira a patrocinar o atleta como chamariz para o acordo.

Luiz Razia também não se anima com um possível patrocinador estrangeiro. Para o piloto, suportes de empresas de fora do Brasil para um piloto brasileiro são raros. Nesse caso, citou o colega César Ramos, da Fórmula 3 Italiana, que conseguiu um suporte de uma companhia do país de sua categoria.

O discurso de dificuldade de patrocínio não é uma exclusividade de Luiz Razia ou da Fórmula 1. Atletas brasileiros de diversas modalidades já fizeram lamentações públicas sobre o assunto. O caso recente mais notável foi de Torben Grael. Ouro olímpico em 1996 e em 2004, o velejador alegou falta de aporte para não disputar os Jogos de Londres, em 2012.

Por outro lado, Luiz Razia afirmou que o valor necessário para entrar na Fórmula 1 não é elevado. Na presença de representantes da General Electric, patrocinadora da Team Lotus, o piloto indagou: “Para uma grande empresa, cinco milhões não é nada. O que são 5 milhões de euros para a GE?”.


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Bruno Senna aposta em GP Brasil para conquistar novos patrocinadores

Bruno Senna estabeleceu algumas metas para o Grande Prêmio do Brasil, prova que fecha o calendário de 2011 neste domingo em São Paulo. Nesta quarta-feira, durante encontro com a imprensa em hotel na zona sul da capital paulista, Bruno mostrou que tem uma ideia bem definida do que seria um bom resultado em Interlagos."Antes de mais nada, bater o (Vitaly) Petrov, porque o companheiro de equipe é sempre a melhor referência. Também seria legal chegar na zona de pontos para terminar o ano com uma nota alta, mas será preciso que os pilotos e a equipe acertem 100%. Mesmo assim, será difícil, porque as características da pista não ajudam nosso carro e as Force India, Toro Rosso e até a Sauber, em algumas vezes, estavam mais velozes nas últimas corridas", explicou.

Pouco antes, a Lotus Renault GP havia divulgado que o polonês Robert Kubica informou à equipe que ainda não pode se comprometer a voltar a pilotar no início do próximo campeonato, apesar da recuperação animadora dos graves ferimentos sofridos em prova de rali em fevereiro. Bruno ocupa a vaga originalmente pertencente a Kubica, mas lembrou que o número de interessados em correr pela Lotus Renault GP está crescendo. Perguntado se Rubens Barrichello seria um "inimigo" nessa corrida, Bruno não fugiu à questão. "Todos os pilotos que estão no mercado em busca de um assento são meus inimigos", disse, citando o próprio piloto reseva Romains Grosjean e o alemão Adrian Sutil, cujo futuro na Force India permanece indefinido.

Bruno se mostrou otimista com as negociações que vem travando em todos os flancos. "Temos tido conversas animadoras com os patrocinadores e com a equipe. Atualmente, é difícil um piloto chegar à Fórmula 1 se não trouxer um patrocinador ou fizer parte do programa de uma equipe. Sei que a Lotus Renault GP está contente com meu trabalho. Fiz algumas boas corridas, outras nem tanto, mas a questão da falta de quilometragem faz diferença e foi entendida internamente." Bruno observou que um eventual resultado positivo não terá peso determinante para sua permanência na equipe. "Seria bom, mas serei julgado pelo que fiz no conjunto de todas as corridas", acrescentou. "Tudo o que eu quero agora é acertar minha situação o quanto antes possível para finalmente voltar a fazer um ano estável, o que não tenho desde 2008 na Fórmula GP2."
Durante a entrevista, Bruno revelou a bandeira da campanha Sennatri, criada para marcar os 20 anos da conquista do tricampeonato de Ayrton Senna na Fórmula 1. A peça é inspirada na bandeira brasileira e foi decorada com centenas de fotos de torcedores que aderiram ao chamado para recordar o último título mundial conquistado por um brasileiro e, ao mesmo tempo, contribuíram para os projetos educacionais do Instituto Ayrton Senna. "Ficamos impressionados com a receptividade. Tem foto de gente de todo o mundo", afirmou Bruno. Segundo ele, essa não será a única homenagem ao tio no fim de semana. "O Rubinho e o Felipe Massa também usarão um capacete com uma lembrança", adiantou. Bruno correrá novamente com o capacete com o logo da campanha.
 
Amanhã, Bruno deverá levantar o pé dos eventos promocionais e começar a se preocupar com a abertura dos treinos livres na sexta-feira. Pela manhã, estará no autódromo para participar da entrevista oficial da FIA. A semana tem sido cheia: na terça-feira, Bruno passou praticamente todo o dia visitando a fábrica da Renault em São José dos Pinhais, nas vizinhanças de Curitiba. Hoje, além de falar com os jornalistas, foi até à pista da Pirelli no interior paulista para gravar vídeo para o F1 Rocks juntamente com Petrov e as estrelas da música Macy Gray e Jessy J.

Lotus acredita que mudança de nome facilitará patrocínios em 2012

Na temporada 2012 de Fórmula 1, uma das maiores disputas de bastidores atuais chegará ao fim. A Team Lotus, do malaio Tony Fernandes, mudará o nome de sua equipe para Caterham, após disputas judiciais com a Lotus Renault. Para o empresário, apesar de mudança de identidade que disputou provas por dois anos, a medida é positiva para patrocinadores.

Quem explicou a lógica dessa presunção foi o diretor técnico da atual Team Lotus, Mike Gascoyne. Para o executivo, dessa maneira não haverá mais confusões entre as equipes. “A nova marca ajuda na busca por patrocinadores. Com a mudança, não teremos mais uma concorrência de mesma marca”, afirmou.

A Team Lotus ganhou na justiça britânica, no início deste ano, o direito de usar o nome, mas mesmo assim preferiu mudar. A equipe deixa de usar a sua dominação, mas isso não atrapalha a relação com os torcedores, garante Gascoyne. “Eu nunca me confundi. E nossos fãs sabem bem quem é a Lotus”, provocou.

A disputa pelo nome Lotus teve início no fim de 2010, quando a Proton, dona da Lotus, resolveu entrar na Fórmula 1 por meio da antiga equipe Renault. O novo time entrou na justiça para tirar a denominação do grupo de Tony Fernandes, que comprou os direitos do nome usado.

Com a decisão judicial favorável ao malaio, a temporada de 2011 da Fórmula teve duas equipes com o mesmo nome. Em 2012, a Lotus Renault abandonará a marca francesa de sua dominação oficial, e seu concorrente fica apenas com o Caterham, marca inglesa de automóveis adquirida por Fernandes.

Apesar do anseio por mais patrocinadores na próxima temporada, a Caterham irá iniciar 2012 com os principais suportes de sua antiga identidade. A General Electric (GE), por exemplo, renovou seu contrato em julho deste ano e ficará com a equipe até 2014.

Em encontro promovido pela GE nesta quinta-feira, a Team Lotus fez questão de enaltecer a parceria com a empresa de tecnologia. Equipamentos usados pela equipe, como os aparelhos de ultrassonografia para medir a qualidade do carbono utilizado nos carros, foram desenvolvidos em conjunto no centro de pesquisa da empresa, nos Estados Unidos.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Barrichello terá patrocínio da Locaweb no GP Brasil

O piloto brasileiro Rubens Barrichello repetirá no próximo final de semana um patrocínio pontual. Assim como havia acontecido no Grande Prêmio de Abu Dhabi, ele terá a marca da Locaweb para a corrida que será disputada em Interlagos, a última da temporada 2011 da Fórmula 1.

A marca da Locaweb será exposta no macacão, no boné e no carro de Barrichello. A parceria tem validade apenas para as duas corridas, e a empresa não divulgou o valor investido nessa parceria.

“A empresa aposta na importância do esporte brasileiro para a formação dos futuros cidadãos. Acreditamos que o Barrichello seja um exemplo para a nação, por toda a paixão que ele demonstra pelo país”, disse Luis Carlos dos Anjos, gerente institucional da Locaweb.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Ferraris em miniatura irão invadir ruas de São Paulo

Com o objetivo de mobilizar o público para o GP Brasil, a Raízen – que estreia no circo da F-1 por meio da marca Shell –, movimentará as calçadas de São Paulo, entre os dias 25 e 27 de novembro. Mais de 30 miniaturas de carros de corrida da Ferrari, pilotadas por controle remoto, circularão por pontos estratégicos da capital. A ideia é contribuir para o clima de F-1 da cidade. A atividade será desenvolvida Biruta Mídias Mirabolantes, empresa criada na incubadora do programa Shell Iniciativa Jovem.

O roteiro onde estarão as miniaturas: Invasão de Ferraris,de quinta-feira (24/11) a domingo (27/11), das 11h às 14h na Av. Paulista:16h às 19h no Vale do Anhangabaú |25/11: 11h às 13h30 na Av. Faria Lima|14h30 às 16h na Av. Berrini / Chucri Zaidan|17h às 19h na Rua Olimpíadas. 27/11, das7h às 13h no Autódromo.Staff: 36 promotores e quatro coordenadores para 36 miniaturas da Ferrari (réplicas da F1).

Patrocínio motorsport – Raízen: a Raízen é a empresa resultante do processo de integração dos negócios da Shell e Cosan. Está entre as cinco maiores companhias do Brasil em faturamento. Com 24 usinas, tem capacidade de produção de 2,2 bilhões de litros de etanol por ano, 4,4 milhões de toneladas de açúcar e têm 900 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana. A Raízen possui 53 terminais de distribuição e comercializará aproximadamente 22 bilhões de litros para os segmentos de transporte e indústria e para a sua rede formada por 4.500 postos de serviço com as marcas Shell e Esso.

Por meio da marca Shell, a empresa está presente nas principais categorias do automobilismo mundial, incluindo a Fórmula 1. No Brasil, a Raízen anunciou a entrada da Shell na Stock Car e o fornecimento de etanol para todos as equipes da prova.

Hospital aproveita Fórmula 1 para marketing

O hospital São Luiz, da rede D’Or São Luiz, vai investir pela primeira vez em uma campanha de mídia relacionada ao Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1. O projeto passará por TV fechada, revistas, rádio e jornais até o dia 27 de novembro, data da corrida em São Paulo.

O filme tem 30 segundos, e a responsável pelo projeto é a agência NEOGAMA∕BBH. A peça foca a experiência do hospital no tratamento de casos complexos relacionados ao automobilismo.

O plano de mídia inclui rádio Bandeirantes, revista “Veja” (São Paulo e Rio de Janeiro), “Folha de S.Paulo”, “O Estado de S. Paulo”, “O Globo” e os canais GNT, Universal, Globonews, Telecine, Sony, AXN, HBO, Cinemax, National Geographic, Discovery Channel e ESPN. A rede não divulga o valor total do investimento.

“Com essa campanha reforçamos Rede D’Or São Luiz como uma marca única que reúne a expertise dos hospitais em grandes eventos”, disse Claudio Tonello, diretor corporativo de marketing da empresa. O hospital São Luiz é o parceiro oficial da Fórmula 1 no Brasil há 11 anos.
Fonte: Máquina do Esporte

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Troféu do GP Brasil de Fórmula 1 virá do fundo do mar

O próximo GP do Brasil de Fórmula 1, que será disputado no dia 27 de novembro, vai ter uma novidade direta do fundo do mar.

Os troféus para os três primeiros colocados estão sendo produzidos com rocha do pré-sal, extraída a cerca de cinco mil metros de profundidade. A criação está sendo feita pelo artista plástico Paulo Soláriz.

Além de mais uma ação focada em sua tecnologia, a Petrobras potencializa o patrocínio a Fórmula 1. Entre os dias 14 e 26 de novembro, os troféus serão expostos em São Paulo (Shopping Eldorado e Aeroporto de Congonhas), Rio de Janeiro (New York City Center) e Brasília (Aeroporto Juscelino Kubitschek).

Confira o comercial da campanha:




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sábado, 9 de julho de 2011

Sebastian Vettel homenageia mecânicos de sua equipe no capacete

O atual campeão da Fórmula 1, Sebastian Vettel, vem com tudo para repetir o título nesta temporada, mas o alemão lançou um moda em 2011. A cada corrida ele usa um detalhe diferente na pintura diferente no capacete. O mais marcante até o momento foi o olho místico utilizado no GP da Turquia.

Agora a novidade é a homenagem feita aos mecânicos da equipe. O piloto colocou uma foto de cada um de seus auxiliares na Red Bull. O capacete estreou nos treinos de sexta-feira.

 Os mecânicos em agradecimento deram um boneco do Sr. Cabeça de Batata, famoso brinquedo infantil, para o piloto usar como mascote no GP da Inglaterra.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Luiz Razia, terceiro piloto da Lotus na F-1, estará no Brasil em junho

O brasileiro Luiz Razia, terceiro piloto do Team Lotus na Fórmula 1 e representante do Team AirAsia na GP2, principal divisão de acesso à F-1, estará no Brasil para cumprir pedidos de entrevistas e pautas.

O piloto, que é baiano e tem apenas 22 anos de idade, já realizou dois testes a bordo do carro da Lotus neste ano e acompanha a equipe por todo o circuito mundial, além de correr atrás do título da GP2, campeonato no qual é o único representante do Brasil. Ele estará no país nas seguintes datas:

1º a 5 de junho
14 a 19 de junho
29 de junho a 3 de julho

terça-feira, 19 de abril de 2011

Presidente da Fota, Whitmarsh critica pouca promoção da F1 na China

Retirado do site Grande Prêmio

Como presidente da Fota, o chefe da McLaren, Martin Whitmarsh, sente-se no direito de opinar sobre as estratégias de promoção da F1. Segundo o britânico, a categoria age muito mal em novos territórios, sem se esforçar para atrair a população local aos autódromos. Foi assim na China, no último fim de semana.

"A F1 costuma ir a lugares que conhecem, entendem e querem a F1. Não estou culpando ninguém, porque somos todos parte disso, mas não estamos bem em promover nosso esporte em novos territórios. E acho que você tem evidências disso, não só na China", declarou.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Nokia lança aplicativo para acompanhar F1 em tempo real

Na guerra para se ter um diferencial em produtos semelhantes vale tudo e se você  possui um Nokia e gosta de Fórmula 1 tem tudo para curtir este programinha. O novo aplicativo lançado pela Symbian promete deixar o usuário por dentro de tudo que acontece durante as corridas da principal categoria do automobilismo mundial.

O app fornece número, nome e posição dos pilotos. Tempo de volta, tempo em cada setor, velocidade do primeiro colocado, distância entre os demais e melhor volta. Tudo na palma de sua mão.

O aplicativo é gratuito e funciona na maioria dos aparelhos da empresa. Se quiser conferir, basta baixar aqui.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Austrália coloca cabeção de Webber na rua para promover GP

O inicio da temporada da Fórmula 1 está se aproximando e com ela as ações de marketing cada vez mais originais dos organizadores dos GPs. Primeira corrida de 2011, o GP da Austrália apresentou um enorme capacete com as cores do piloto australiano Mark Webber, da Red Bull. No interior do objeto, os visitantes tem uma pequena exposição interativa sobre a categoria.

O passeio pelo interior da “cabeça de Webber” é gratuito e os interessados verão macacões dos pilotos da Red Bull, Sebastian Vettel e Mark Webber, usados na temporada passada, além do capacete original do ex-piloto autraliano Alan Jones (que inaugurou o espaço) e o cobiçado troféu dado ao vencedor da corrida.

O complexo ocupa uma área de 5,6 metros de diâmetro com 4, 24 metros de alturas e seu interior além dos itens já retratados ainda conta com TVs exibindo imagens em 3D e depoimentos de Webber, falando desde sua preparação física até sua dieta e funções do carro durante a corrida.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Itaipava e TNT estão fora da Fórmula 1

O grupo Petrópolis confirmou nesta semana que não irá continuar seu investimento de marketing na Fórmula 1. Nos últimos quatro anos a empresa escolheu o automobilismo como um de seus principais meios para divulgação das suas marcas, a cerveja Itaipava e o energético TNT.

O principal investimento tem sido feito na Fórmula Indy, porem a maior categoria do automobilismo mundial também foi alvo de investidas.

Em 2009, época que Rubens Barrichello e Jenson Button disputaram o título mundial pela Brawn GP, a empresa comprou espaços publicitários nos carros e nos macacões dos pilotos para o GP do Brasil (penúltimo da temporada). Os valores giraram na casa dos US$ 2 milhões e o retorno foi 15 vezes maior considerando mídia espontânea (segundo dados divulgados pela empresa).
Considerando que a cerveja Nova Schin patrocinava o evento, o valor gerado foi um belo case marketing .

Mas, apesar do sucesso em 2009, em 2010 a empresa encontrou dificuldades para repetir o sucesso. Com a venda da Brawn GP para a Mercedes e o desejo de se associar a grandes equipes, o custo era muito maior. Por isso o foco foi novamente o GP Brasil.

“A experiência com a Brawn GP foi tão boa que nós ficamos mal acostumados. Mas, depois, a relação de custo-benefício ficou inviável”, afirmou Douglas Costa, gerente de marketing do grupo.

A empresa também se deparou um problema inusitado. O principal patrocinador da Mercedes é a Preonas, empresa petrolífera da Malásia, e os árabes não permitem que fabricantes de bebidas alcoólicas sejam seus parceiros publicitários.

Outra equipe de ponta que seria uma opção financeiramente viável era a Red Bull Racing, mas esta, por motivos óbvios, não poderia ser uma opção.

A McLaren também foi procurada, mas o preço cobrado foi considerado alto demais para o padrão da empresa.

Para esta temporada a empresa divulgou que não tentará acordo com nenhuma equipe.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Jackie Stewart volta à F-1 como parceiro da Lotus Renault

O tricampeão Jackie Stewart é o novo parceiro do Grupo Genii, empresa proprietária da Lotus Renault. O anúncio do acordo foi feito nesta sexta-feira (4), mas a Genii não divulgou a duração do contrato.

Segundo a empresa, Stewart terá como função usar sua experiência para reforçar os laços comerciais, industriais e tecnológicos entre as corridas e o setor automobilístico.

“Como parceiro do grupo, a minha intenção é contribuir para o desenvolvimento da empresa usando a plataforma exclusiva que a F1 representa como um marketing valioso e uma ferramenta de comunicação. É um desafio fascinante, e eu estou feliz por isso”, declarou o tricampeão.

Fonte: site Grande Prêmio